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segunda-feira, março 23, 2015

Ordens dos Navios-1655-1682


Combate da Barra de Goa contra os holandeses
(1655)


Santíssimo Sacramento da Trindade
Galeão com 54 peças de artilharia, que também aparece como Nau.
Em 1654, no regresso da Índia com o Conde de Óbidos, derrotou alguns navios que o atacaram próximo da Madeira.
Em 1658, incluído na Armada como Navio-chefe, combateu os “Holandeses na Barra de Goa”.
Em 1660 achava-se em Mormugão, fazendo muita água.
Esteve ao serviço na Marinha de Guerra Portuguesa de 1653 a 1660.

Santo António da Esperança
Galeão de 600 toneladas, com 40 peças de artilharia.
Em 1655 foi dado como incapaz na Baía, mas aparece na Índia (1657-1658).
Entrou no combate contra os “Holandeses na Barra de Goa” em 1657 e em 1658.
Esteve ao serviço na Marinha de Guerra Portuguesa de 1644 a 1658.

Nossa Senhora da Boa Memória
Galeão com 30 peças de artilharia.
Em 1658 entrou no combate contra os Holandeses no “Combate da Barra de Goa”.
Esteve ao serviço na Marinha de Guerra Portuguesa de 1657 a 1667.

Santa Maria de Anjenga
Galeão com 36 peças de artilharia.
Em 1658 entrou no “Combate da Barra de Goa” contra os holandeses.
Esteve ao serviço na Marinha de Guerra Portuguesa de 1657 a 1662.

Bom Jesus de São Domingos
Nau que também aparece como Galeão.
Em 1658 entrou no “Combate da Barra de Goa” contra os holandeses.
Parece ter sido desmantelada por inútil na Baía em 1677.
Esteve ao serviço na Marinha de Guerra Portuguesa de 1658 a 1677.

Bom Jesus da Vidigueira
Nau com 30 peças de artilharia.
Em 1657 largou para a Índia na Armada que conduzia o Vice-Rei António Teles de Meneses.
Em 1658 entrou no “Combate da Barra de Goa” contra os holandeses.
Em 1662 foi mandada desmantelar por inútil.
Esteve ao serviço na Marinha de Guerra Portuguesa de 1655 a 1662.

São Lourenço
Em 1658 estava incluído na Armada que entrou no “Combate da Barra de Goa” com os holandeses.
Esteve ao serviço na Marinha de Guerra Portuguesa de 1650 a 1658.

Santa Teresa de Jesus
Patacho
Patacho de 12 peças que também aparece como nau e naveta.
Em 1655 largou para a Índia na armada de viagem.
Em 1657 e 1658 tomou parte no combate contra holandeses na “Barra de Goa”.
Em 1658 perdeu-se por encalhe no banco da barra da Aguada.
Esteve ao serviço na Marinha de Guerra Portuguesa pelo menos entre 1655 a 1658.

Armada do General Francisco de Brito Freire
(1655)


Nossa Senhora da Conceição de Pernambuco
Nau que em 1655 de Lisboa largou para o Brasil na “Armada do General Francisco de Brito Freire”.
Esteve ao serviço na Marinha de Guerra Portuguesa de 1655 a 1656.

Nossa Senhora da Conceição do Rio
Nau que em 1655 largou de Lisboa para o Brasil na “Armada do General Francisco de Brito Freire”.
Esteve ao serviço na Marinha de Guerra Portuguesa de 1655 a 1656.

Santa Ana e Maria
Nau que em 1661, largou para o Brasil, na escolta da frota do Brasil do “Comando do General Francisco Freire de Andrade”.
Esteve ao serviço na Marinha de Guerra Portuguesa de 1661 a 1662.

Armada do General António Teles de Meneses
(1655)


Nossa Senhora Madre de Deus da Estrela
Naveta de cerca de 250 toneladas que em 1642 andava de guarda-costa na Armada do General António Teles de Meneses.
Largou para a Índia em 1655.
Esteve ao serviço na Marinha de Guerra Portuguesa a 1642.

Nossa Senhora da Nazaré e Santa Ana
Também aparece como Naveta e Patacho.
Fez várias viagens á Índia.
Trouxe da Índia ao Tejo o futuro General da Armada do Mar Oceano António teles de Meneses.
Esteve ao serviço na Marinha de Guerra Portuguesa de 1640 a 1652.

Nossa Senhora da Boa Viagem
Largou para a Índia em 1655 na Armada de viagem do Capitão-Mor António de Sousa de Meneses.
Esteve ao serviço na Marinha de Guerra Portuguesa de 1655 a 1647.

Armada da Junta do Comércio do Brasil
(1664)


 Nossa Senhor da Oliveira
Fragata que saiu a correr a costa na Armada de Manuel de Sousa Pacheco em 1651.
Em 1664 largou a Baía “Na armada da Junta do Comércio do Brasil”.
Esteve ao serviço na Marinha de Guerra Portuguesa de 1651 a 1667.

Santa Cruz do Ouro
Nau da “Junta Geral do Comércio do Estado do Brasil”.
Esteve ao serviço na Marinha de Guerra Portuguesa pelo menos de 1676 a 1683.

Nossa Senhora das Mercês
Nau da “Junta Geral do Comércio do Estado do Brasil” que largou para a baía em 1678.
Esteve ao serviço na Marinha de Guerra Portuguesa pelo menos de 1678 a (?).

Santo António de Pádua
Nau da “Junta Geral do Comércio do Estado do Brasil”. Em 1682 largou para Itália na Armada do Visconde de Fonte Arcada.
Esteve ao serviço na Marinha de Guerra Portuguesa pelo menos de 1680 a 1688.

Combate de Mascate
(1667)


Nossa Senhora da Nazaré e Santo António
Em 1653 estava armada com 14 peças de artilharia.
Fez uma viagem á Índia em 1663 com um Patacho.
Entrou em duas Armadas para a “Reconquista de Mascate” em 1667 e a outra em 1672.
Esteve ao serviço na Marinha de Guerra Portuguesa de 1653 a 1672.

Santa Teresa de Jesus
Galeão com 50 peças de artilharia.
Em 1667 tomou parte na “Empresa de Mascate”.
Esteve ao serviço na Marinha de Guerra Portuguesa de 1663 a 1668.

Nossa Senhora da Penha de França
Naveta que também aparece como Patacho e Nau. Entrou na “Expedição a Mascate” em 1667.
Esteve ao serviço na Marinha de Guerra Portuguesa de 1665 a 1668.

Nossa Senhora da Nazaré
Galeão de 350 toneladas, com 34 peças de artilharia.
Em 1652 entrou na “Empresa de Mascate” como Navio-Chefe
Esteve ao serviço na Marinha de Guerra Portuguesa de 1642 a 1654.

Frota de Vigia à Esquadra Espanhola
(1667)



São Jorge
Fragata
Fragata de 30 peças que foi lançada à água em Lisboa em 2 de Outubro de 1664.
Em 1667 largou para o mar na esquadra de Pedro Jacques de Magalhães.
Esteve ao serviço na Marinha de Guerra Portuguesa pelo menos entre 1664 a 1667.

São José
Fragata
Fragata de 44 peças que foi lançada à água em Lisboa em 13 de Março de 1664.
Em 1667 saiu na armada de Pedro Jacques de Magalhães a vigiar uma esquadra espanhola.
Esteve ao serviço na Marinha de Guerra Portuguesa pelo menos entre 1664 a 1667.

Combate Naval de Ormuz
(1669)


São Bento
Galeão com 36 peças de artilharia que largou para Índia em 1666 e arribou a Lisboa.
Em 1669 entrou no combate naval de Ormuz contra os árabes como Navio-chefe de uma Armada.
Foi mandado desmantelar, devido ao seu estado mau estado em 1677.
Esteve ao serviço na Marinha de Guerra Portuguesa de 1666 a 1677.

Nossa Senhora dos Milagres
Fragata
Fragata comprada em 1667 em Goa a um particular.
Também aparece como Fragatinha.
Em 1669 entrou no combate naval de Ormuz, sendo navio-chefe o galeão “São Bento”.
Em 1676 tomou parte no socorro a Moçambique e Mombaça.
Esteve ao serviço na Marinha de Guerra Portuguesa pelo menos entre 1667 a 1684.

Armada que Conduziu Dom Afonso VI da Terceira a Lisboa.
(1674)


Nossa Senhora da Piedade
Galeão com 50 peças de artilharia.
Em 1674 largou do Tejo incluído na Armada que devia conduzir Dom Afonso VI da Terceira a Lisboa.
Esteve ao serviço na Marinha de Guerra Portuguesa de 1667 a 1674.

São Miguel
Galeão construído na Índia.
Também conhecida por “São Miguel o Anjo”.
Em 1674 largou para o Reino acompanhado pelo “Galeão Nossa Senhora da Piedade”.
Esteve ao serviço na Marinha de Guerra Portuguesa de 1674 a 1675.

Armada de Pedro Jacques de Magalhães
(1674)


Santa Maria Isabel de Sabóia
Nau que também aparece como Fragata.
Em 1674 largou incluída na “Armada do General de Pedro Jacques de Magalhães” que devia conduzir da ilha Terceira ao Reino o Rei Afonso VI.
Em 1687 voltou da Índia.
Esteve ao serviço na Marinha de Guerra Portuguesa de 1671 a 1687.

Nossa Senhora da Conceição
Nau que em 1675, largou para cruzeiro no Mediterrâneo na “Armada do General Pedro Jacques de Magalhães”.
Em 1677 entrou em socorro a Orão e em 1678 na expedição a Pate.
Em 1685 a comissão de vistoria em Goa não a achou em condições de voltar ao Reino.
Em 1687 foi mandada desmantelar.
Esteve ao serviço na Marinha de Guerra Portuguesa de 1675 a 1687.

Forte de São João Baptista de Ajuda
(1680)


Nossa Senhora Madre de Deus
Nau que em 1670 fez uma comissão a Mazagão e, em 1680, com a Fragata “Santa Cruz”, construiu o “Forte de São João Baptista de Ajuda”.
Esteve ao serviço na Marinha de Guerra Portuguesa de 1672 a 1682.

Santa Cruz
Fragata
Fragata que em 1672 largou de Livorno para Lisboa.
Em 1680 saiu de Lisboa com a Nau “N. S. Madre de Deus” para São Tomé com a missão de construir um forte em São João Baptista de Ajuda.
Esteve ao serviço na Marinha de Guerra Portuguesa pelo menos entre 1672 a 1680.

Mombaça
(1680)


Nossa Senhora dos Milagres e S. Leonardo
Patacho
Patacho do capitão de Mombaça que em 1680 levou de Goa, socorro a Mombaça com outros navios.
No ano seguinte levou para ali novo socorro. A “Nossa Senhora do Pópulo”.
Fez algumas viagens para a Índia.
Esteve ao serviço na Marinha de Guerra Portuguesa pelo menos entre 1680 a 1681.

Nossa Senhora do Pópulo
Nau que em 1655 largou para a Índia e não tornou ao Reino.
Esteve ao serviço na Marinha de Guerra Portuguesa de 1655 a 1696.

Armada do Visconde de Fonte Arcada
(1682)


Santo António de Flores
Nau que também aparece como Fragata.
Em 1682 largou para Itália na “Armada do Visconde de Fonte Arcada”.
Esteve ao serviço na Marinha de Guerra Portuguesa de 1682 a 1686.

São Francisco de Assis
Nau vulgarmente conhecida por “Monte de Ouro”, devido ao seu maravilhoso e rico acabamento.
Em 1682 largou para Itália na “Armada do Visconde de Fonte Arcada”.
Esteve ao serviço na Marinha de Guerra Portuguesa de 1682 a (?).

São Benedito
Nau que também aparece como Fragata.
Em 1682 largou para Itália na “Armada do Visconde de Fonte Arcada”.
Esteve ao serviço na Marinha de Guerra Portuguesa de 1682 a 1699.


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